Item 13G - Incêndio da barca Terceira: no dia 6 de janeiro

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Área de identificação

Código de referência

BR RJMHN AV-G-13G

Título

Incêndio da barca Terceira: no dia 6 de janeiro

Data(s)

  • [1895] (Produção)

Nível de descrição

Item

Dimensão e suporte

01 grav.: litogr., p&b; 49x56 cm.

Zona do contexto

Nome do produtor

(08/04/1843 a 28/01/1910)

Biografia

Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.
Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.
Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.
O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.
Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.
Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.

Entidade custodiadora

História do arquivo

Procedência: compra – Coleção J. J. Raposo adquirida em 1923, proc. 2/23.

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Incêndio da barca Terceira: no dia 6 de janeiro, às 7 horas da noute entre S. Domingos e Nictheroy
Legenda contendo as seguintes informações: estampa distribuída gratuitamente aos assinantes do jornal Don Quixote, antes da publicação do 1º número deste periódico; e dados sobre a referida barca e sobre seu incêndio.
Resumo: retrato de algumas das primeiras vítimas encontradas, ao alto; cena de intensa dramaticidade, mostrando a barca, que vinha de Niterói para o Rio, em chamas; os passageiros em desespero, alguns se atirando ao mar enquanto outros apelam, em vão, para a barca Quinta, que se afasta do local sem socorrê-los.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Zona de condições de acesso e utilização

Condições de acesso

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Zona de documentação associada

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

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Nota

Estado de Conservação: regular

Notação anterior

Pontos de acesso

Ponto de acesso - assunto

Ponto de acesso - local

Ponto de acesso - nome

Pontos de acesso de género

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Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Estatuto

Nível de detalhe

Datas de criação, revisão, eliminação

Línguas e escritas

Fontes

objeto digital (Master) zona de direitos

objeto digital (Referência) zona de direitos

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Zona da incorporação

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